quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Eu meio que respiro literatura. Assim como respiro cinema. São coisas que me completam e conseguem me causar mais arrepios que qualquer outra coisa. Não sou o que se pode chamar de cinéfila clássica, tendo em vista que não assisti a muitos clássicos da sétima arte. Mas pretendo. Um dia. Enquanto muitas gurias almejam um namorado perfeito e um futuro casamento, eu desejo uma biblioteca e que metade dos personagens literários que povoam meus sonhos fossem reais. Se apaixonar por personagens de livro é mais comum do que eu imaginava, encontrei uma comunidade com um monte de gente que já experimentou essa estranha e deliciosa situação. A vantagem é que você comanda tudo. Desde os movimentos do cara até as falas. Sempre o que você gostaria de ouvir. A desvantagem é que não há retorno. E isso acabar por me fazer voltar ao mundo real e tentar experimentar situações mais palpáveis. Mas é, com certeza, menos divertido.